sábado, 22 de janeiro de 2011

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

It's just a phase....

Sua vida é perfeita? Você tem um namorado lindo que te da flores todos os dias? Você acorda todo dia com a empregada querida lhe trazendo numa bandeja um suco de laranja com um pedaço de bolo e uma flor pra te deixar feliz? Seu pai é o dono da empresa mais rica do seu país? Você mesmo não estudando passa com notas boas? Tem cartão de crédito ilimitado? Tem uma mansão na qual você não faz nada para ajudar? Você não trabalha, sai com suas amigas? Você sai fazendo compras com Deus e o mundo? Sua família te um jatinho particular e uma casa em Paris? Poisé... Minha vida também não é assim. Eu sou daquelas que acorda as seis da manhã pra se arrumar para ir pra escola e impressionar o cara que estou afim... Daquelas que já trabalhou.... Que lê mais do que o necessário... Que tem que ajudar minha mãe com o serviço de casa... Que sempre leva a culpa em casa mesmo sem ter feito nada... Que briga o dia inteiro com a irmã mais nova... Que tem que praticamente implorar pra mãe pra comprar um vestido pra super balada no sábado... As vezes eu queria fugir, fugir da minha vida. Mas daí eu vejo como a minha vida vale a pena. Eu tenho pais que fazem tudo por mim, não pais que fazem de tudo pra mim ter roupas e sapatos. Tenho amigos pelo que eu sou, não pelo meu dinheiro. Estudo para um dia me formar e fazer uma família e não por que sou obrigada. Tenho pena dessas pessoas filhinhas de papai que tem tudo. E aí vejo que tudo que estou passando é apenas uma fase... xoxo :*

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Capítulo 20 (final)

Quando passei pela porta do me colégio, a A New Orleans High School, com o meu namorado, Loggan, meus novos amigos Mellany, Ray, Garnett, Manson, Jeny e Josh vieram até nós. Nos faziam pergunta do tipo “Onde vocês estavam?” “O que aconteceu?” “Vocês estão bem?” “Ficamos preocupados.”.  Contamos a mesma história dos avós de Loggan.
Um abraço em conjunto me fez sentir em casa. Eu amava eles. Todos eles.
- Vamos, hoje vai ter uma palestra. – Mell dava pulinhos de alegrias ao meu redor.
- Vão na frente, já estamos indo.
Meus amigos foram, no corredor estavam apenas eu e Logg.
-Parece um sonho, sabe... Tudo o que aconteceu. – Eu disse, abraçando meu namorado.
- Parece mesmo. Eu quase morri quando pensei que ele mataria você...
- Shiiiiiiii – Coloquei meus dedos delicadamente em sua boca. – Acabou. Agora eu estou bem. A gente está bem. - Ele sorriu para mim.
- É bom ver que tudo se ajeitou.
- Loggan, o que vai acontecer agora... Essa era sua missão, e você a cumpriu. O que vai...
- Eu não te contei uma coisa... Quando você cumpre uma missão. Demora anos até ela “processar” – ele fez aspas com os dedos ao falar a palavra ‘processar’. – Você terá que me aturar por muito tempo ainda, linda.
-Mas eu... – Seus lábios foram até os meus. E o beijo mais delicioso se fez.
- Vamos pensar apenas No presente. O futuro que se faça.
Então, de mãos dadas com o meu namorado caminhei pelo corredor da escola que, para mim, não precisava acabar nunca.

FIM!

Capítulo 19

Já estávamos chegando na minha casa. Tudo  que passou estava parecendo um sonho. Eu sabia que quando eu entrasse, eu ia tipo morrer de tanto sermão que eu ia levar.
- Tem certeza? Eu posso entrar contigo se você quiser... – Loggan estacionou sua BMW na frente da garagem da minha casa.
- Ah, você pode. Se quiser ser enterrado vivo...
- Por mim tudo bem. – Aquele sorrisinho que eu tanto amava fazia parecer que tudo o que eu havia passado foi apenas um pesadelo.
- Loggan. – Olhei feio pra ele.
- Tá. Eu passo de pegar as 8 beleza?
- E você acha que eles vão deixar eu sair de novo com você? Eu provavelmente vou poder sair de novo depois dos meus 40 anos. E namorar depois dos 60.
- É justo. – Rimos. – Eu te amo, Emma.
- Eu te amo, Loggan.
 Respirei fundo. Abri a porta. Ouvi choros. Mas não vi ninguém.
- Mãe? Pai?
- Emma! – Os gritos vieram do segundo andar. Espera aí, é a Anna? O que...?
- Anna? Lourenie? Pai! Mãe! Jonathan! Wesley! – Gritei, correndo até eles. Nos abraçamos.
- O que vocês estão fazendo aqui? – Pedi para Anna e Lourenie. Minhas melhores amigas.
- Nós viemos fazer uma visita e ficamos sabendo que você tinha sumido.
Chamei minha mãe e meu pai para explicar tudo. Sentamos na sala. Todos. Antes de eu começar a falar eu ouvi poucas e boas. Mas não dei importância. Eu estava feliz em estar ali com eles. Meus pais, minhas melhores amigas e meus irmãos. Após os sermões, contei uma história que Loggan inventou. Que os pais deles estavam em Mississipi, disseram que o avô de Loggan tinha morrido. Fiquei lá com eles dando força. Acho que eles acreditaram.
- Sinto muito por Loggan. Mas você está de castigo. – Minha mãe tentava soar severa, mas não conseguia.
- Eu sei mãe, eu sei. – Fui até minha mãe e abracei-a.
Era bom estar em casa.





Capítulo 18

O vôo para Pequim passou muito rápido, eu dormi como pedra. Fui até o banheiro do aeroporto lavei o rosto e retoquei a maquiagem. Fiquei me olhando e vi a reviravolta que a minha vida estava passando.
Agora eu sabia que estava na hora de matar aquilo, e estava com medo.  Saí do banheiro e vi Loggan sentado em um banco e Loren dando uma garrafa de água para ele. Andei mais depressa. Podia ver seus lábios se movendo, mas não escutava o que estava dizendo.
- O que aconteceu? – Perguntei quando cheguei, lutando contra a minha respiração que estava ofegante.
- Loggan viu que ele está perto daqui. Emma, precisamos esperar na frente e Loggan seguir para as montanhas. - Loggan levantou, colocou as mãos em meus ombros e ficou me olhando. Depois senti seus lábios no meu, o nosso beijo foi deliciosamente doloroso. Eu sabia que aquele podia ser o último. Senti uma lágrima caindo pelo rosto. Paramos de nos beijar.
- Eu te amo Emm. – Loggan, o meu Logg, disse e saiu rapidamente. Não tive tempo de responder, ele já estava na saída. Então me desabei em choro.
Loren pegou minha mão e me puxou até a saída principal. Corremos até um compus ao lado do aeroporto e então tudo aconteceu muito rápido. O cheiro. O vento gelado que estava me cortando. Senti um poder enorme me invadindo. Vi sombras. Caí no chão. Via apenas flashes. Loren jogando alguma coisa... Loren lutando com uma sombra... Loren caindo no chão... Escuro. Não via, apenas sentia. Sentia que estava nos braços de alguém, estávamos correndo. Mas era uma corrida inumana. Era como colocar a cabeça pra fora da janela de um avião. Tentei abrir meus olhos. Nada. Tentei me mexer. Nada. Então, caí num sono profundo.
***
Abri meus olhos. Eu estava deitada na grama. Estava frio, congelando na verdade. Minha perna estava doendo pra caramba. Olhei para ela, sangue. Com um pouco de força, levantei. Eu estava em cima de um... Morro, precipício... montanha. Ouvi um barulho. Fui cambaleando até a beirada da montanha e vi. Loggan estava na montanha mais próxima da minha. Ele estava lutando. Lutando contra a sombra que me atacou. Minha visão estava meio embasada. Via pouco. Podia ver que estavam correndo. Loggan caiu profundamente na água. Formaram ondas que podiam inundar as montanhas, dentro da água, então, saiu Loggan acompanhado por fogo. Era como um vulcão em erupção. A sombra foi até ele, mas a força dos ventos que ajudavam o fogo rodearem Loggan jogou ele para o outro lado das montanhas. O fogo ainda rodeava Loggan. Então, Loggan foi até ele. Que não era mais apenas um. Eram muitos. Todos para cima de Loggan. Tentei gritar, mas o som não saia. Então senti um cheiro poderoso de enxofre. E eles desapareceram. Olhei por tudo, mas não via nada. Sumiram? Mas e aí, com um estrondo a terra se abriu e dentro dela, a sombra. De repente, como um foguete a sombra veio até mim. Loggan atrás. Dor, gritos, escuridão.
***
Com relutância, abri meus olhos. Via vultos. Onde estou? Eu morri? Senti uma mão quente e familiar em meu rosto.
- Ela está bem? – Os vultos foram se afastando e as vozes com eles.
O que está acontecendo? Então fui lembrando. Saindo do aeroporto com Loren... A velocidade inumana... Loggan lutando com uma sombra... A escuridão...
- Loggan! – Com o meu grito de desespero os vultos voltaram até mim. Minha visão foi ficando mais clara. Eu estava num lugar branco. Um homem com um jaleco conversando com Loren. Olhei para o meu lado; Loggan estava com o braço enfaixado. Nossos olhares se encontraram. Senti as lágrimas escorrendo pelo meu rosto. Sabia por quê. Porque eu lembrei do que aconteceu.  Loggan falou com o cara de jaleco em uma língua que não entendi. Então acompanhado por Loren, ele saiu.
- Você está bem? – Loggan se levantou e tirou o faixa do braço. Antes que eu pudesse perguntar por que ele estava tirando, eu entendi. Ele jamais vai se machucar. Ele não se machuca, apenas morre.
- O que aconteceu... Digo... Depois que ele me atacou?
- Não posso nem lembrar. Só de pensar em ele te machucando... Eu matei ele.
- Está tudo acabado?
- Tudo, você não precisa mais se preocupar. – Ele foi até mim e segurou meu rosto, e me beijou – A gente está junto agora. Vamos poder viver como um casal – me beijou na testa – normal.

Capítulo 17

O resto da viagem foi tranqüilo. Quando chegamos à Turquia, pegamos um taxi e fomos para o Centro de Negócios Emek. O CNE é o edifício mais incrível que eu já vi. Quando entramos fomos direto para uma sala que atendia pelo nome de Travel & Business. Uma secretária nos atendeu e pediu para aguardarmos um pouco que o Dr. Meggan iria nos atender em poucos minutos.
- Loggan, não é meio esquisito? Tipo, seu avô morreu a centenas de anos, e o Dr. Meggan não suspeita de nada? – Pedi, estava meio nervosa. Eu estava na Turquia com um cara que nem é vivo e sem meus pais saberem.
- Ele sabe da maldição. De tudo.
- Mas como? Ele nem conheceu seu avô.
- Ele é meu tio, Emma. Ele também está dentro disso.
Calei. Eu não esperava por isso. Eles devem ter membros da família por toda parte do mundo! Antes que eu pudesse pedir sobre isso, a secretária pediu para entrarmos. Quando dei o primeiro passo para dentro, fiquei hipnotizada. Aquela sala era como um, sei lá, um quarto de rainha ou rei. Nunca havia visto coisa mais impressionante. Os móveis eram cor cappuccino, cadeiras de couro preto, decoração vermelha e um lustre de cristais.
Loggan foi até um homem alto, moreno, gordinho, que usava óculos. Apertaram as mãos e deram um breve abraço.
- É bom vê-lo novamente Loggan! Faz quanto tempo? – Perguntou enquanto abria uma garrafa de vinho – Uns 90 anos? – Abriu finalmente a garrafa e olhou para mim, que estava concentrada olhando a mobília.
            - Ah, tio, essa é minha namorada Emma. – Loggan me puxou para o seu lado e me abraçou.
            - Prazer Emma – O Dr. Meggan pegou e beijou minha mão.
            - O prazer é meu, Dr. Meggan.
            - Loren, me chame de Loren.
            - Ah, sim, é claro, Loren.
Loggan contou os acontecimentos e o plano para seu tio.
- É uma idéia brilhante. Você o acha usando os elementos. Que pelo visto ele está em Pequim. Depois de Pequim, usando uma isca você segue para As Montanhas e Rios de Guilin... – Antes de Loren pudesse terminar, Loggan interrompeu.
- É o lugar perfeito, tem água, terra, vento e, abaixo da água, fogo. Eu posso matá-lo com facilidade lá. Os elementos estarão ao meu favor, não ao dele.
-Interessante – Loren levantou e caminhou pela linda sala. - Mas, Loggan, quem seria a isca?
- Não vim aqui só para buscar documentos, tio.
- Você esta insinuando que seu tio é a isca perfeita? – Me intrometi.
- É claro. Tio, eu e você temos o mesmo DNA. Ele não me acha porque pode me ver ou me ouvir. Ele nem sabe da minha aparência. Mas ele conhece o meu sangue. E não sei se você lembra, mas eu e você somos os que mais têm o sangue parecido na família. – Loggan levantou-se e foi na frente do seu tio – Vai ser fácil você colocar roupas minhas e agir como eu para atrair ele para Guilin.
- E eu? Bom... – Eu já sabia o que ele vai dizer, e eu não queria. – Loggan, eu não vou ficar aqui.
- Emma, olhe. É mais seguro aqui. Não vou me arriscar perder você. – Ele me segurou pelo braço, assim que fui até eles.
- Eu não vou ficar aqui! Loggan, ele sabe que eu estou com você. Seria mais fácil eu ir com Loren como isca e...
- Não!
- Loggan, concordo com ela. Ele pode perceber que não está certo.
- Não! – Repetiu – Não vou arriscar. Você fica aqui e ponto.
- Loggan, você não manda em mim. Eu vou.
- Isso é burrice, Emma!
- Eu vou. – repeti, e ele se calou.
Loggan e Loren foram atrás dos documentos enquanto eu fiquei na sala de espera. Peguei meu celular que estava na bolsa. 14 ligações perdidas. Ótimo. 7 novas mensagens “Filha aonde vc ta?” “Pelo amor de Deus emm atenda esse telefone” “emm vamos ligar pra policia!”. Todas as outras era do mesmo tipo. Eu estava ferrada. Disquei o número da minha mãe.  Após um toque ela atendeu.
- Emma! Meu amor! Onde você está? Você devia estar em casa há 3 dias! – Era  reconfortante ouvir sua voz. Loggan havia dito para não fazer ligações, por isso fui breve.
- Mãe, escute. Eu não posso falar muito. Eu sei que vou ficar de castigo até o resto da vida, mas estou bem – Por enquanto. Pensei – Mãe, quando chegar em casa eu explico tudo, mas agora não dá. Estou com saudades. Te amo.
            -Emma, espere... – Apertei o botão. Eu não devia ter feito isso, mas foi preciso. Espero que eles não envolvessem a polícia nisso. Já pensou se eles rastrearem o número e ver que estou na Turquia quando devia estar em casa ou pelo menos em Mississpi? Ok, pelo menos minha mãe fica mais calma. Meu blá blá blá mental foi interrompido por Loggan e Loren que estavam entrando na sala.
- Tudo pronto? – Eles assentiram. Levantei e segui-los até o elevador. Loren apertou para o térreo. Ficamos em silêncio até chegarmos lá em baixo. Loren foi falar com a secretária enquanto eu e Loggan seguíamos para fora até ao carro do tipo de Loggan. Durante o silencio até o aeroporto fiquei pensando. Loren Meggan. Já ouvi esse nome. Pensa Emma. EU SEI!
- Loren! Você não é aquele ator que fez o filme “Cartas para o Além?” – Coloquei rapidamente a mãe na boca. Que merda, porque falei? Loren deu uma pequena olhadinha para trás.
- Bom... Faz um tempo esse filme... como você...?
- Meus avós. Eles me falavam desse filme! – Então passamos a falar do filme. Como se nada estivesse acontecendo.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Capítulo 16

- Sejam bem-vindos ao PAM! – Um guia com um uniforme azul veio para o nosso encontro. O PAM (Private Airport Mississipi) era uma grande construção, e tudo era chique em seu interior. As várias pessoas que passavam por nós deviam ser executivos, advogados, médicos, prefeitos. Tudo do alto escalão. O PAM era um aeroporto apenas para emergências. Como Loggan vem de uma família importante, não foi difícil conseguir passagens. Ficamos esperando uns 10 minutos até entrarmos no jatinho.
Não era muito grande, conosco tinha apenas mais 5 passageiros a bordo. Sentamos-nos mais atrás. E um pouco depois de decolarmos uma linda aeromoça ruiva veio nos atender.
- Desejam alguma coisa? – Disse, me ignorando totalmente, olhando apenas para Loggan.
- Para mim uma água. – Tomei sua atenção.
- E para o senhor?
- O mesmo.
Não é de se surpreender. Loggan é lindo. Qualquer mulher se derrete por ele. Aconcheguei-me na poltrona virando de costas para Logg. Senti suas mãos deslizando pelas minhas costas. Estremeci ao seu toque. Era familiar, quente e gostoso. Acabei dormindo.
Quando acordei, Loggan estava olhando para fora. O jatinho estava parado. Vi duas mulheres saindo do jatinho. Uma era alta com o corpo esbelto. Usava uma saia preta até o joelho e um terninho. A outra era um pouco mais baixa e morena também. Usava uma calça jeans e uma camisa branca. Já chegamos em Pequim?
- Marrocos. Você dormiu bastante meu amor.  – Loggan passava a mão em meus cabelos. Ele parecia menos tenso do que antes. Mais aliviado. – Um dia vou te trazer para cá com mais tempo. É maravilhoso.
- Já veio para Marrocos?  Meu pai veio para cá uma vez, ele foi para Oujda. – Perguntei me animando. Meu pai disse que era tudo incrível aqui.
- Meu avô tinha negócios aqui. E eu vinha junto. A cultura deles é tão diferente da nossa. Você sabia que uma mulher, depois de ficar menstruada, tem que andar toda coberta, porque ela não pode atrair outros homens? O único homem que pode ver seu corpo é seu marido, que é escolhido pelos pais.  E se uma mulher é vista sem estar coberta por um homem que não seja se marido, ela recebe uma punição de ficar trancada em seu quarto até sua morte. Agora você imagina se ela fizer outras coisas... – Rimos.
- Sabe, é meio esquisito isso. Mas é por isso que tem tanto respeito entre eles.  Lá no nosso país alguém trai e não lhe acontece nada. Mas é meio injusto com as mulheres, porque, pelo o que eu sei, uma mulher deve honrar o seu marido, porém ele pode ter quantas esposas quiser. – Vi os lábios dele se contrair num sorriso.
- Bem, isso só acontece se a mulher não lhe der um filho homem. – Antes que eu pudesse falar, ele continuou – Você sabe por que um filho homem é tão desejado né?
- Claro que sim. Justamente pelo fato de que o homem tem mais liberdade, um homem é o dono de tudo, tipo, ele é o homem dos negócios, é a mulher que vai morar na casa dele.
- É. Eu me daria bem em Marrocos, já você...
- Bobo – Dei um soco de leve em seu braço. Esperei um pouco e mudei de assunto – Próxima parada?
- Turquia. Da umas 10 horas de vôo.
- Meu Deus, quando tempo deu de Mississipi até aqui em Marrocos? – Ele olhou em seu relógio de pulso.
- Acho que mais de 15 horas.
- Meu Deus, eu dormi a viagem toda!
- Você estava cansada, fazia tempo que não dormia tranquilamente. – Ignorei o que ele disse e continuei perguntando sobre nossa próxima parada.
- Em que cidade vamos parar?
- Provavelmente em Ancara. A cidade dos negócios. E pelo que me dizem, a mais bonita da Turquia. – Logg lançou aquele sorriso lindo que eu amo – Acho que vamos parar um pouco lá, tipo umas 2 horas. Vamos poder visitar um lugar que poderá nos ajudar. – Seu sorriso lindo foi tomado por uma expressão de preocupação.
- É? Qual?
- O Centro de Negócios Emek.
- E no que isso nos ajudará?
- Emma, você acha que vai ser simplesmente irmos para a China e usar minhas afinidades com os elementos e encontrar ELE? Não é tão simples assim. Vamos ter que ter autorização para isso.
- Autorização para matar?
- Não, você percebeu que você não fez visto nenhum para viajar né? – Ele continuou – Eu tenho meus contatos. Para entrar na China, vou precisar de outros documentos de autorização de emergência, de autorização para andar na china. ELE, Emma, não é um ser humano, aquilo é um... um... – Ele pensou um pouco e continuou – De certa forma, um ser, mas um ser espírito. Não conheço sua forma, e não faço a mínima idéia do que seja, mas de uma coisa eu sei: Aquilo não é humano. 

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

See the other side...

"- É esse o verdadeiro presente, e Deus está esperando que entendamos isso. Pelo mundo todo, ficamos olhando para o céu à procura de Deus, sem nunca perceber que Ele está esperando por nós...Nós somos criadores, mas ainda sim ficamos ingenuamente fazendo papel de criaturas. Vemos a nós mesmos como ovelhas indefesas, manipuladas pelo Deus que nos criou. Nos ajoelhamos como crianças assustadas, implorando ajuda, perdão, boa sorte. Mas, quando percebemos que somos realmente feitos à imagem do Criador, vamos começar a entender que nós também devemos ser criadores. Assim que entendermos esse fato, as portas do potencial humano irão se escancarar." (O Símbolo Perdido, pág 481)